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Arquivo da categoria: Teatro

A Comédia dos Erros

 A Comédia dos Erros é considerada pelos pesquisadores como a primeira peça de Shakespeare, com sua estréia nos palcos tendo ocorrido provavelmente em 1594. Os erros a que se refere o título são enganos provocados pelas pessoas que conversam alternadamente com um gêmeo e o outro, sendo um residente de Éfeso, onde se passa a ação, e o outro, estrangeiro. Os gêmeos são idênticos e têm ambos o mesmo nome: Antífolo. As confusões multiplicam-se, assim como a comicidade da trama, porque há mais um par de gêmeos idênticos em cena, os irmãos que atende pelo nome de Drômio. Entretanto, A comédia dos erros não deve ser confundida com uma comédia leve.     

William Shakespeare    ,      Nova Aguilar   ,            1999    ,       Teatro  ,         R$ 8,00     .      Brochura , de bolso , Excelente estado , 110 páginas, exemplar de divulgação do MEC.Contracapa com riscos de lápis.

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Publicado por em 26 de outubro de 2010 em Teatro

 

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O Rei da Vela

 Essa comédia de costumes, sátira ao capitalismo, se tornou um símbolo da cultura brasileira. Escrita em 1933, só conquistou a celebridade com a montagem do Grupo Oficina em 1967. E deu origem ao movimento tropicalista. Milionários decadentes, filhos depravados, capitalistas corruptos e implacáveis movimentam essa peça teatral escrita por um dos expoentes do modernismo. Proibida durante trinta anos, O Rei da Vela é um manifesto indignado e cômico contra o vampirismo das elites brasileiras.Dividida em três atos, a peça tem como protagonistas Abelardo I, Abelardo II e Heloísa. Dono de uma empresa de usura, Abelardo & Abelardo, Abelardo I é um empresário que enriqueceu às custas dos fazendeiros desesperados com a crise do café. Enquanto o mundo amarga as conseqüências do crack da Bolsa, o empresário tem a brilhante solução de produzir e comercializar velas. Num país medieval como o nosso, quem se atreve a passar os umbrais da eternidade sem uma vela na mão? Herdo um tostão de cada morto nacional, afirma o personagem oportunista Abelardo I, explorando superstições nacionais. Já Abelardo II mata seu homônimo para assumir os negócios, inclusive a noiva Heloísa.

Osvald de Andrade     ,        Globo  ,          1999   ,    Teatro  ,     R$ 14,00     . Brochura , bom estado , manchas do tempo no corte , 93 páginas.Capa com dobra.

 
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Publicado por em 13 de outubro de 2010 em Teatro

 

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Fausto

Posfácio escrito por Sérgio Buarque de Holanda.O Fausto é considerado o último grande poema dos tempos modernos. Este volume – a edição definitiva da obra em nosso país – conta com a elogiada tradução de Jenny Klabin Segall.

Goethe ; Itatiaia ; 2002 ; Teatro ; R$ 45,00 ; Lombada Quadrada , Excelente estado , 457 páginas.

 
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Publicado por em 28 de setembro de 2010 em Teatro

 

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